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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Curadores da Mostra de Bollywood dão entrevista para MTV

Vale conferir:

http://mtv.uol.com.br/noticiasmtv/videos/conheca-bollywood-industria-cinematografica-indiana

terça-feira, 20 de julho de 2010

Dogma 95 - Cinemateca Brasileira




DOGMA 95 – 15 ANOS DEPOIS
27 de julho a 03 de agosto de 2010

Prescrevendo uma estética de despojamento e transparência, o movimento Dogma 95 teve seus fundamentos expostos num manifesto assinado pelos cineastas dinamarqueses Lars von Trier e Thomas Vinterberg (posteriormente ratificado pelos conterrâneos Kristian Levring e Søren Kragh-Jacobsen), tornado público em março de 1995, durante as comemorações do centenário do cinema, em Paris. Passados 15 anos daquele momento, o documento motivou a produção, em todos os continentes e numa infinidade de contextos sócio-culturais, de quase uma centena de filmes que cumprem estritamente os preceitos do programa e, assim, ganharam seu “certificado” e um número na filmografia oficial do Dogma. Para além deste acervo, o manifesto ecoou em larga parcela da produção audiovisual posterior, suscitando reflexão e ampliando possibilidades, e permanece como última manifestação programática de uma estética para o audiovisual contemporâneo. Com o objetivo de reapresentar o contexto histórico e geografico de onde emergiu o estilo e sua evolução, a Cinemateca Brasileira oferece a mostra DOGMA 95 – 15 ANOS DEPOIS. Contando com o apoio da do Instituto Cultural da Dinamarca, a programação traz uma pequena amostragem de filmes escandinavos ligados ao movimento, incluindo uma de suas obras inaugurais, Os Idiotas – lançada três anos depois da publicação do manifesto e dirigida pelo seu mais notorio signatário, Lars von Trier – e produções dinamarquesas recentes, como Nas suas mãos, o 34º lançamento a receber a chancela oficial do Dogma. Apesar de incluir apenas quatro filmes, a mostra permite um paralelo entre a produção incial ligada ao Dogma e os filmes mais recentes produzidos segundo seus preceitos em seu país de origem. Na terça-feira, dia 3 de agosto, às 21h00, após sessão do filme Os Idiotas, a Professora Associada de Cultura e Mídia Bodil Marie Stavning Thomsen, da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, apresenta uma palestra sobre o Dogma, o contexto em que foi originado e sua evolução, com tradução simultânea.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

primeira mão!

CINEMATECA BRASILEIRA REALIZA A
IV JORNADA DO CINEMA SILENCIOSO
EM AGOSTO

No evento de abertura será exibido o filme CONTRA O ORGULHO / Gunnar Hedes Saga, de 1923, com acompanhamento musical de Dino Vicente

A Cinemateca Brasileira realiza entre os dias 6 e 15 de agosto a IV Jornada Brasileira de Cinema Silencioso, evento dedicado ao cinema mundial produzido entre o final do século XIX até aproximadamente 1930, quando a chegada do som modificou os rumos da arte cinematográfica. Em sua quarta edição, a Jornada se integrou definitivamente ao calendário cultural de São Paulo e do país, proporcionando a um público maior e mais diversificado o contato com filmes e experiências do período silencioso do cinema brasileiro e mundial.

Com curadoria geral de Carlos Roberto de Souza, todos os filmes programados para a IV Jornada Brasileira de Cinema Silencioso serão exibidos com acompanhamento musical ao vivo na Sala Cinemateca-BNDES e em projeção silenciosa na Sala Cinemateca-Petrobras. A curadoria musical da Jornada é de responsabilidade do músico e compositor Livio Tragtenberg.

Como nas edições anteriores, uma cinematografia nacional do período silencioso é privilegiada a fim de destacar os trabalhos dos arquivos de filme de um determinado país. Nesta quarta edição o foco é o cinema silencioso da Suécia e as obras selecionadas são resultado de restaurações da Cinemateca Sueca. Ao todo são 35 títulos que se dividem em seis programas.

Cinema Silencioso Sueco

O cinema das primeiras décadas foi predominantemente europeu e os países nórdicos desenvolveram uma indústria cinematográfica que espalhou filmes por todo o mundo até a eclosão da I Guerra Mundial. Apesar de, no pós-guerra, a indústria europeia haver perdido sua importância econômica para o cinema de Hollywood, a Suécia teve uma das cinematografias mais brilhantes da história do cinema, com diretores como Victor Sjöstrom e Mauritz Stiller realizando obras de grande expressão artística, isso sem falar nos grandes atores de cinema surgidos no país, no qual avultam os nomes de Lars Hanson e Greta Garbo.

Em colaboração com o Svenskafilminstitutet/Kinemateket – o arquivo de filmes sueco, um dos mais antigos do mundo – em 2010 a Jornada apresenta uma seleção de obras que permitirá um panorama amplo e diversificado do cinema do período silencioso da Suécia e dos trabalhos de restauração de filmes que vem há décadas sendo desenvolvido naquele país.

Ao lado de obras marcantes de Sjöström e Stiller em novas restaurações, poderemos apreciar o primeiro registro cinematográfico feito na Suécia (Konungens av Siam landstigning vid logårdstrappan / Chegada do rei Sião a Logårdstrappan, 1897) e o famoso Häxan/A Feitiçaria através dos tempos (Benjamin Christensen, 1922), numa cópia que o curador do arquivo sueco considera a mais bela de seu acervo.

A conferência inaugural da IV Jornada ficará a cargo de Jon Wengström, curador do arquivo sueco de filmes, e irá abordar os trabalhos de preservação realizados na Suécia e falará dos critérios que orientaram sua seleção dos Tesouros da Cinemateca Sueca, a qual inclui dois filmes estrelados por Greta Garbo – Die freudlose Gaße / A Rua das lágrimas (G.W. Pabst, Alemanha, 1925) e Flesh and the Devil / A Carne e o diabo (Clarence Brown, Estados Unidos, 1926), além do único fragmento existente da colaboração da atriz com Sjöstrom, The Divine Woman / A Mulher divina (Estados Unidos, 1928) –, o escandaloso Afgrunden/O Abismo (Urgan Gad, Dinamarca, 1910) e o extraordinário The Wind / Vento e areia (Estados Unidos 1928), dirigido por Sjöstrom e estrelado por Lillian Gish, que será apresentado na versão sonorizada musical lançada na época.

Outros destaques da seleção são os filmes The Dawn of a Tomorrow / A Aurora de um amanhã (James Kirkwood, Estados Unidos, 1915), estrelado por Mary Pickford, e o surpreendentemente ousado Tretia Meshchanskaiaa / Rua Mechanskaia, 3 ou Sofá e cama (Abram Room, União Soviética, 1927).

Para a seção permanente da Jornada Brasileira de Cinema Silencioso dedicada às Giornate del Cinema Muto, de Pordenone – a maior manifestação cinematográfica mundial dedicada ao cinema silencioso – o comitê diretor desse evento selecionou produções americanas, sendo a mais antiga o surpreendente Regeneration / Regeneração (1915), dirigido pelo famosíssimo Raoul Walsh, When the clouds roll by / Enquanto passam as nuvens (1919), dirigido por Victor Fleming (futuro diretor de Gone with the wind / E o vento levou, 1939) e estrelado por Douglas Fairbanks (que com Mary Pickford encarnou casal norte-americano por excelência) e Stage struck / Este mundo é um teatro (Allan Dwan, 1925), estrelado por Gloria Swanson, a futura Norma Desmond de Sunset Boulevard / Crepúsculo dos deuses (1950).

A seção brasileira da IV Jornada vai exibir alguns documentários de longa-metragem restaurados (ou em processo de restauração) pela Cinemateca Brasileira nos últimos anos, como o Companhia Paulista de Estrada (sic) de Ferro ou o Companhia Mogyana, que retratam trabalhos industriais e de instalação dos principais ramais dessas ferrovias em diferentes cidades do Estado de São Paulo. No longa-metragem de ficção O Segredo do corcunda (Alberto Traversa, 1924), o trem tem uma função dramática importante ao ligar a capital paulista, com a imponente Estação da Luz, a uma pequena cidade do interior, com sua modesta estaçãozinha de trem. Turíbio Santos, violonista emérito e diretor há muitos anos do Museu Villa-Lobo, é o convidado especial desta seção.

No programa Janela para a América Latina será exibido o longa-metragem Wara Wara, realizado na Bolívia em 1929 por José María Velasco Maidana, que relata um episódio da civilização inca durante a invasão espanhola. Este filme, único silencioso remanescente da produção boliviana, acaba de ser restaurado no laboratório L’Immagine Ritrovata, em Bolonha, na Itália, e apresentado no festival Il Cinema Ritrovato, organizado anualmente pela Cinemateca da Municipalidade de Bolonha.

Para homenagear os 80 anos da produtora Cinédia, principal empresa cinematográfica brasileira da década de 1930 fundada por Adhemar Gonzaga, a IV Jornada apresentará Lábios sem beijos, dirigido por Humberto Mauro, único filme silencioso da produtora (os filmes seguintes foram sonorizados com acompanhamento musical, diálogos sincronizados e, em seguida, cem por cento falados).

A curadoria musical da III Jornada Brasileira de Cinema Silencioso estará novamente sob a responsabilidade de Livio Tragtenberg, e entre alguns músicos participantes estarão Ruggero Ruschioni, André Juarez, Ricky Villas, Zé Luis Rinaldi, Dimos Goudaroulis, Marcio Nigro, Dino Vicente, Laércio de Freitas, Eric Nowinski, Paulo Rubens Costa, Ricardo Reis, Gustavo Barbosa, Giuliano e Alexandre, Basavazi (André Bandeira), Dante Pignatari, Ricardo Carioba, Matheus Leston, Turibio Santos, Wandi Doratiotto e Danilo.

Abaixo segue a lista completa de filmes.

Para agendar entrevistas, favor entrar em contato com Flavia ou Daniele, da F&M Procultura (flavia@procultura.com.br / daniele@procultura.com.br – tel 11 3263-0197).


Serviço:
III Jornada Brasileira de Cinema Silencioso, de 06 a 15 de agosto de 2010

- Cinemateca Brasileira – Sala Cinemateca BNDES (205 lugares + 4 para cadeirantes) / Sala Cinemateca Petrobras (110 lugares)
Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino
Telefone: 11 3512-6111
Entrada franca

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Uma cabana em Marte faz parte da Mostra Quebec, na Cinemateca Brasileira




Confira a programação - http://www.cinemateca.org.br/

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Cinemateca Brasileira será palco de palestras para Terceira Idade

Programa Cine Maior Idade amplia seu trabalho e abre um circuito de encontros mensais


Pensando no aprimoramento de ações e numa melhor inserção do idoso no ambiente sociocultural, o Cine Maior Idade – um programa elaborado a partir da parceria entre a Cinemateca Brasileira, a Via Gutenberg, as principais Secretarias Estaduais e Municipais de Assistência Social e o patrocínio da MAPFRE Seguros – lança, no dia 21 de junho às 19h30, um ciclo de palestras abertas ao público.

Com a intenção de ampliar e aprofundar a discussão de diversos temas do Estatuto do Idoso a partir da ótica das necessidades do cotidiano do público idoso, esses encontros mensais tratarão temáticas diversas: o convívio e a participação do idoso na sociedade atual, a mobilidade e a acessibilidade, alimentação e nutrição e o lazer para terceira idade.

Para 2010, o ciclo de palestras desenvolverá debates mensais, sempre na terceira 2ª.feira de cada mês,a partir de junho. Cada encontro está previsto para ocorrer a partir das 19h30, com duração de aproximadamente 1h30. A mesa de discussão será composta por profissionais capacitados e convidados do Cine Maior Idade, proporcionando mais conhecimento aos idosos, seus familiares, profissionais da área e estudiosos.

No primeiro encontro, a Cinemateca Brasileira receberá Marisa Aciolly, especialista em Direitos Humanos, Ligia Pimenta que discutirá sobre temas da atualidade e Olga Futema, diretora da Cinemateca Brasileira que falará sobre a importância da cultura no programa Cine Educação.


Serviço
Data: 21 de junho de 2010
Horário: 19h30
Local: Cinemateca Brasileira - Largo Senador Raul Cardoso, 207
próximo ao Metrô Vila Mariana
Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)
www.cinemateca.gov.br
Entrada Gratuita

Contato para credenciamento de imprensa:

Mariana Pestana – pestana.mariana@gmail.com
(11) 8553-5255
Claudia Rossi – claudia.rossi@cinemateca.org.br

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Palestra para Terceira Idade - Cinemateca Brasileira

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Cartazes Exposição Polanski